Pular para o conteúdo principal

União Coletiva Pela Zona Oeste

Pega a visão: 

União Coletiva Pela Zona Oeste - movimento de união dos coletivos, lideranças e pessoas das comunidades e favelas da baixa ZO (eixo Santa Cruz, Paciência e Sepetiba), viemos pedir ajuda para nossos trabalhos de base contra o CoronaVírus na região. 

Fizemos um mapeamento das famílias em situação de vulnerabilidade que precisam urgentemente de cestas básicas e produtos de higiene. Segue a lista -que ainda não está fechada- pois acreditamos que ainda não alcançamos todas as lideranças comunitárias do nosso eixo.

Cesarão/Canaã/Palestina: 250 famílias
Ocupação Jesuítas: 170 famílias
Circo: 4 famílias
Favela do Aço: 650 famílias
Urucânia: 80 famílias
João XXIII: 50 famílias
Sepetiba: 80 famílias mapeadas
Antares: 450 famílias
Total: 1734 cestas básicas

Além do mapeamento e do auxílio a essas famílias, investimos em ações conscientizadoras através da adoção de medidas preventivas. Que tal colar com a gente nessa luta?

Sigam a gente nas redes sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/uczonaoeste
Instagram: https://www.instagram.com/uczonaoeste/

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Lucas, do 29 de Março.

Lucas é uma criança de 11 anos de idade, cria  do 29 de Março, filho da Regina e irmão mais velho da Ashley e Rayssa.  Apesar da pouca idade, ele sempre precisou ajudar a mãe em algumas atividades de casa e até mesmo na renda, fazendo bicos com seu tio Ailton, que é dono de um depósito de bebidas.     Todo dinheiro que Lucas ganha ele repassa pra mãe que chefia sozinha a casa sozinha com três filhos e dois gatos que pegaram no Village. Dona Regina é uma mulher de muita fé, vai à igreja toda quinta e domingo e acredita que as coisas vão mudar. Na igreja ela recebe algumas ajudas que contribuem também para a criação dos seus filhos. O sonho dela é que Lucas se torne obreiro e músico da Igreja, mas o garoto ainda não se encontrou na religião. O que Lucas gosta é de jogar futebol na praça do Samba em Santa Margarida, e soltar pipa no Village.     Todo dia ele vai até a rua Chico Mendes convocar a tropa pra descer em peso pra brin...

Quando a escola não fala, a sociedade falha !

O Brasil vive uma realidade alarmante no que diz respeito à violência contra as mulheres. Casos de estupro coletivo, agressões e feminicídios têm ocupado, com frequência, os noticiários e revelado uma estrutura social ainda profundamente marcada pelo machismo histórico. Recentemente, um caso ocorrido em Copacabana , onde quatro jovens armaram uma emboscada e estupraram uma adolescente de 17 anos, escancarou não apenas a brutalidade do crime, mas também a permanência de uma cultura que naturaliza a violência de gênero. Quando falamos em machismo, falamos também de misoginia, patriarcado, cultura do estupro, violência simbólica, violência institucional, objetificação do corpo feminino e desigualdade estrutural de gênero. São nomenclaturas que ajudam a compreender que não se trata de casos isolados, mas de um sistema de opressões historicamente construído e socialmente reproduzido. O que mais preocupa é perceber que adolescentes e jovens têm protagonizado tanto a prática desses atos quant...

Pinturas que tocam a alma... O sentimento da Artista

Por Marcelle Batista Quando falamos de arte logo vem à mente pinturas que de alguma forma nos tocam e nos inspiram.  Arte pode significar e expressar desde emoções fortes e momentâneas até profundos sentimentos. No fundo cada um pode interpretar uma pintura e associa - lá a um momento  que tenha vivenciado no passado, e que de alguma forma trazem recordações, lembranças e significados, se tratando  de um retrato da realidade e do mundo em que vive.  Minhas histórias com as cores vêm da infância; como eu disse existem momentos que nos marcam e através delas inspirações nascem, nem tudo o que acontece está ao nosso controle e eu aprendi que nos momentos difíceis algo precisava me representar expor o que sentia. Seja na incompreensão ou quando não conseguia reconhecer meu valor. Acabei por vezes me desviando de mim mesma e me reaproximando inúmeras vezes, tentando buscar na música e nas palavras algo que me fizesse compreender quem sou, mas foi ...